Reflexões sinceras, leves e, por vezes, irreverentes.
Aqui tem maternidade real. Sem romance; mas também sem apavoro.
Aqui tem desabafo do dia a dia – pra rir ou pra chorar – desde que seja tomando vinho e comendo brigadeiro.
Aqui tem coisa que eu adoraria gritar na cara de um bando de gente sem noção, mas escrever talvez seja mais polido.
Aqui tem eu, Julia.

Esse texto é sobre o preço alto de evitar conflitos. Sei que muita gente que fala sobre assuntos como esse já tá com a equação resolvida na hora de escrever. Não é bem o caso aqui. Esse não é um texto de autoajuda. Evitar conflitos/brigas/discussões é um comportamento que me assombra há muitos anos, e
Antes do Bento nascer, eu ficava com muito medo do que eu não sabia. Medo de não saber. De não saber o que eu achava que precisava saber. Uma loucura. A sensação era de que eu estava a beira de um precipício, só aguardando ser empurrada, pensando se eu não deveria estar usando um paraquedas,
Cabelo desgrenhado, oleoso, amarrado num coque meio sem jeito. Olhos cansados, mas atentos. Barriga flácida, parecendo um colchão d’água ao toque. Calça de pijama e seios à mostra. Nada de camisa de botões ou sutiã de amamentação. No alvoroço, tudo isso foi pro chão. A postura na cama é completamente questionável aos olhos de um
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